segunda-feira, 04 de maio de 2026 às 16:31

Publicado em 04/07/2025 às 08:11

Atualizado em 04/07/2025 às 08:12

O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), expôs nesta quinta-feira (03), que embora o decreto de calamidade financeira tenha se encerrado, pretender seguir adotando medidas de contenção das despesas, para conseguir recuperar a saúde das contas do município. O gestor poderia estender o decreto por mais 180 dias, contudo, não editou novo decreto municipal para continuidade,  que permitiria renegociação de contratos, redução e priorização desgasto.
Em conversa com a imprensa, Abilio destacou que, nos primeiros 100 dias do decreto, a “economia” que resultou da revisão dos contratos, chegou a R$ 138 milhões. Com o fim da calamidade financeira, a gestão estima que o montante de “economia” seria de aproximadamente de R$ 300 milhões.

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“Termina o decreto, mas as medidas de contenção de despesas continuam, porque a nossa economia, que está em aproximadamente R$ 300 milhões, ela não é de superávit, é ainda para abater déficit. Temos ainda R$ 700 milhões [de dívida] a curto prazo. O que é isso? Para pagar neste ano ainda”, sinalizou ele.
A publicação do decreto havia sido motivada pelo crescimento da dívida do município nos últimos oito anos, sob a gestão do então prefeito, Emanuel Pinheiro (MDB), adversário político de Abilio, que logo ao assumir a Prefeitura, em janeiro de 2025, apontou um caos nas contas públicas. A dívida teria saltado para R$ 1,6 bilhão, levando a perda da capacidade financeira da Prefeitura de Cuiabá em manter e expandir serviços públicos de qualidade aos cidadãos.
Segundo Abilio, ainda a muito trabalho a ser feito, contudo, valorizou ações da gestão, que mesmo sob dificuldades, conseguiu assegurar serviços básicos para a sociedade, como a revogação da taxa de coleta de lixo, operações tapa buracos, regularização da coleta de lixo, gratuidade no transporte público aos finais de semana e fornecimento de café da manhã para estudantes da rede básica de ensino.
Paula quer obras destravadas

A presidente da Câmara de Cuiabá, vereadora Paula Calil (PL), aliada do prefeito, destacou que agora, com o fim do decreto, espera que a gestão apresente dados sobre a real economia e dê seguimento às obras paralisadas, especialmente, na área da saúde da capital, o principal gargalo do município.
“Nós esperamos que a gente consigar ter várias obras que estão paradas. A gente precisa dar andamento. O prefeito deve apresentar uma programação e a gente precisa disso, para saber quais serãos os passos do Executivo. Nós temos UBS paradas, praticamente prontas, mas que não foram pagas, falta pouca coisa para colocar em funcionamento […] A gente tem que ver como ficou a economia, o passivo que a prefeitura tem e a gente precisa saber desse planejamento”, concluiu. FINANÇAS DE CUIABÁ Abilio promete controle fiscal mesmo com fim do decreto de calamidade financeira Abilio promete controle fiscal mesmo com fim do decreto de calamidade Prefeito destacou que, nos primeiros 100 dias do decreto, a “economia” que resultou da revisão dos contratos, chegou a R$ 138 milhões

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