Publicado em 05/08/2025 às 11:31
Atualizado em 05/08/2025 às 11:32
Montagem/Agências Senado e Câmara
Os pré-candidatos majoritários do PL, Wellington Fagundes, ao governo estadual, e Zé Medeiros, a senador, estão ficando órfãos do maior cabo eleitoral, o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Mesmo que adotem um discurso de transformar o mito em mártir, buscando mobilizar a militância bolsonarista, por conta de sua prisão domiciliar por tentativa de golpe de Estado, Fagundes e Medeiros não poderão contar na campanha com Bolsonaro nem presencialmente e nem virtualmente, devido às medidas cautelares impostas a ele pelo ministro do STF, Alexandre de Moraes.
Se até lá não sair do cárcere, Bolsonaro, que detém boa popularidade em MT e atrai uma legião de fanáticos, terá de atravessar a campanha de 2026 de boca fechada, ao menos publicamente. Está impedido, por exemplo, de pedir voto. E isso deve impactar negativamente as campanhas de Fagundes e Medeiros.

